O Metropolitano de Lisboa foi o meio de transporte que mais passageiros perdeu, ao registar uma quebra de 16,5% em termos homólogos, divulgou esta quarta-feira o INE.
De acordo com o Instituto Nacional de Estatística (INE), o movimento de passageiros nos aeroportos escapou à regra ao aumentar 3,3%, o valor mais elevado desde o terceiro trimestre de 2011, quando atingiu os 5%.
Desta forma, o meio de transporte mais penalizado foi o Metropolitano de Lisboa (ML) que transportou 37,6 milhões de passageiros, equivalente a uma perda homóloga de 16,5% e que acentua as perdas já verificadas nos trimestres anteriores.
Apesar destas reduções, o INE destaca que a taxa de utilização desta rede de transporte fixou-se em 27,1%, ou seja, mais um ponto percentual que no mesmo período do ano anterior, mas
lembra a redução homóloga de 18,7% dos lugares-quilómetros oferecidos pelo ML, à semelhança do que aconteceu nos trimestres anteriores.
Já o Metro do Porto foi utilizado por 14,2 milhões de passageiros, correspondente a uma quebra ligeira de 0,3%, ou seja um valor estável face ao último trimestre de 2011. Já a taxa de utilização desta rede de transporte foi de 18,3%, também praticamente inalterada face ao período homólogo.
No conjunto, os metropolitanos de Lisboa e do Porto transportaram 51,8 milhões de passageiros, menos 7,5 milhões de passageiros, correspondentes a uma variação negativa de 12,6% em termos homólogos, fixando-se a taxa de utilização nos 23,8%, um valor que foi contudo "ligeiramente superior à taxa de utilização do quarto trimestre de 2011 (23,5%)".
Os comboios foram utilizados no último trimestre do ano passado por 32 milhões de passageiros, menos 12,2% em termos homólogos e reiterando a redução verificada nos trimestres anteriores de 2012 (-8,4%, -11,6% e e -13,2%, respetivamente).
A rede suburbana de comboios concentrou a maior parte das deslocações (89,8%) tendo transportado 28,7 milhões de passageiros, equivalente a uma perda de 11,9% em termos homólogos, mas "menos acentuada que a verificada no transporte ferroviário interurbano" que se situou nos -14,5%.
Segundo o INE, o mês de novembro "foi o menos penalizado", mas mesmo assim registou "uma variação homóloga de -9,6% no transporte suburbano e de -7,0% no interurbano", ao contrário do dezembro em que as deslocações suburbanas em comboios atingiram a maior queda homóloga de 16%.
Já para os movimentos interurbanos, outubro foi o pior mês com uma quebra de 20,6%.
O tráfego internacional de passageiros não apresentou alterações, atingindo os 23 mil passageiros.
Por sua vez, o transporte fluvial também manteve a redução no número de passageiros, com 6,2 milhões de pessoas transportadas, uma queda de 11,5%, em linha com as reduções homólogas anteriores e que consolida a tendência de diminuição verificada desde há 2 anos, lembra o INE.
Pelo contrário, os aviões movimentaram mais passageiros em termos homólogos, ao acentuar o aumento de no movimento nos aeroportos para 3,3%, ou seja 6,6 milhões de pessoas.
"Desembarcaram e embarcaram nos aeroportos nacionais 3,24 milhões e 3,32 milhões de passageiros no quarto trimestre de 2012, registando acréscimos de 3,3% e de 3,2% face ao mesmo período de 2011", refere o INE, acrescentando que "a estrutura do movimento de passageiros por tipo de tráfego pouco oscilou".
O tráfego internacional representou 83,2% do total de movimentos comerciais, tendo permanecido "claramente dominante nas operações de voos não regulares", com 96,9% do total. Já o tráfego doméstico foi responsável por 16,8% do total de movimentos de passageiros.
Os voos internacionais com proveniência ou destino para o Espaço Schengen foram maioritários no movimento de passageiros, compreendendo 62,7% do total de movimentos.
Os outros destinos dentro da União Europeia, mas fora do Espaço Schengen, corresponderam a 20,7%, enquanto os destinos fora da UE representaram 16,6% do total do tráfego internacional.
Os transportes públicos continuaram a perder passageiros no quarto trimestre de 2012, destacando-se pela negativa o Metropolitano de Lisboa, ao contrário dos aviões que foram a exceção às quedas.
| foto João Girão / Global Imagens |
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| Metropolitano de Lisboa |
O Metropolitano de Lisboa foi o meio de transporte que mais passageiros perdeu, ao registar uma quebra de 16,5% em termos homólogos, divulgou esta quarta-feira o INE.
De acordo com o Instituto Nacional de Estatística (INE), o movimento de passageiros nos aeroportos escapou à regra ao aumentar 3,3%, o valor mais elevado desde o terceiro trimestre de 2011, quando atingiu os 5%.
Desta forma, o meio de transporte mais penalizado foi o Metropolitano de Lisboa (ML) que transportou 37,6 milhões de passageiros, equivalente a uma perda homóloga de 16,5% e que acentua as perdas já verificadas nos trimestres anteriores.
Apesar destas reduções, o INE destaca que a taxa de utilização desta rede de transporte fixou-se em 27,1%, ou seja, mais um ponto percentual que no mesmo período do ano anterior, mas lembra a redução homóloga de 18,7% dos lugares-quilómetros oferecidos pelo ML, à semelhança do que aconteceu nos trimestres anteriores.
Já o Metro do Porto foi utilizado por 14,2 milhões de passageiros, correspondente a uma quebra ligeira de 0,3%, ou seja um valor estável face ao último trimestre de 2011. Já a taxa de utilização desta rede de transporte foi de 18,3%, também praticamente inalterada face ao período homólogo.
No conjunto, os metropolitanos de Lisboa e do Porto transportaram 51,8 milhões de passageiros, menos 7,5 milhões de passageiros, correspondentes a uma variação negativa de 12,6% em termos homólogos, fixando-se a taxa de utilização nos 23,8%, um valor que foi contudo "ligeiramente superior à taxa de utilização do quarto trimestre de 2011 (23,5%)".
Os comboios foram utilizados no último trimestre do ano passado por 32 milhões de passageiros, menos 12,2% em termos homólogos e reiterando a redução verificada nos trimestres anteriores de 2012 (-8,4%, -11,6% e e -13,2%, respetivamente).
A rede suburbana de comboios concentrou a maior parte das deslocações (89,8%) tendo transportado 28,7 milhões de passageiros, equivalente a uma perda de 11,9% em termos homólogos, mas "menos acentuada que a verificada no transporte ferroviário interurbano" que se situou nos -14,5%.
Segundo o INE, o mês de novembro "foi o menos penalizado", mas mesmo assim registou "uma variação homóloga de -9,6% no transporte suburbano e de -7,0% no interurbano", ao contrário do dezembro em que as deslocações suburbanas em comboios atingiram a maior queda homóloga de 16%.
Já para os movimentos interurbanos, outubro foi o pior mês com uma quebra de 20,6%.
O tráfego internacional de passageiros não apresentou alterações, atingindo os 23 mil passageiros.
Por sua vez, o transporte fluvial também manteve a redução no número de passageiros, com 6,2 milhões de pessoas transportadas, uma queda de 11,5%, em linha com as reduções homólogas anteriores e que consolida a tendência de diminuição verificada desde há 2 anos, lembra o INE.
Pelo contrário, os aviões movimentaram mais passageiros em termos homólogos, ao acentuar o aumento de no movimento nos aeroportos para 3,3%, ou seja 6,6 milhões de pessoas.
"Desembarcaram e embarcaram nos aeroportos nacionais 3,24 milhões e 3,32 milhões de passageiros no quarto trimestre de 2012, registando acréscimos de 3,3% e de 3,2% face ao mesmo período de 2011", refere o INE, acrescentando que "a estrutura do movimento de passageiros por tipo de tráfego pouco oscilou".
O tráfego internacional representou 83,2% do total de movimentos comerciais, tendo permanecido "claramente dominante nas operações de voos não regulares", com 96,9% do total. Já o tráfego doméstico foi responsável por 16,8% do total de movimentos de passageiros.
Os voos internacionais com proveniência ou destino para o Espaço Schengen foram maioritários no movimento de passageiros, compreendendo 62,7% do total de movimentos.
Os outros destinos dentro da União Europeia, mas fora do Espaço Schengen, corresponderam a 20,7%, enquanto os destinos fora da UE representaram 16,6% do total do tráfego internacional.
Os transportes públicos continuaram a perder passageiros no quarto trimestre de 2012, destacando-se pela negativa o Metropolitano de Lisboa, ao contrário dos aviões que foram a exceção às quedas.
| foto João Girão / Global Imagens |
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| Metropolitano de Lisboa |
O Metropolitano de Lisboa foi o meio de transporte que mais passageiros perdeu, ao registar uma quebra de 16,5% em termos homólogos, divulgou esta quarta-feira o INE.
De acordo com o Instituto Nacional de Estatística (INE), o movimento de passageiros nos aeroportos escapou à regra ao aumentar 3,3%, o valor mais elevado desde o terceiro trimestre de 2011, quando atingiu os 5%.
Desta forma, o meio de transporte mais penalizado foi o Metropolitano de Lisboa (ML) que transportou 37,6 milhões de passageiros, equivalente a uma perda homóloga de 16,5% e que acentua as perdas já verificadas nos trimestres anteriores.
Apesar destas reduções, o INE destaca que a taxa de utilização desta rede de transporte fixou-se em 27,1%, ou seja, mais um ponto percentual que no mesmo período do ano anterior, mas lembra a redução homóloga de 18,7% dos lugares-quilómetros oferecidos pelo ML, à semelhança do que aconteceu nos trimestres anteriores.
Já o Metro do Porto foi utilizado por 14,2 milhões de passageiros, correspondente a uma quebra ligeira de 0,3%, ou seja um valor estável face ao último trimestre de 2011. Já a taxa de utilização desta rede de transporte foi de 18,3%, também praticamente inalterada face ao período homólogo.
No conjunto, os metropolitanos de Lisboa e do Porto transportaram 51,8 milhões de passageiros, menos 7,5 milhões de passageiros, correspondentes a uma variação negativa de 12,6% em termos homólogos, fixando-se a taxa de utilização nos 23,8%, um valor que foi contudo "ligeiramente superior à taxa de utilização do quarto trimestre de 2011 (23,5%)".
Os comboios foram utilizados no último trimestre do ano passado por 32 milhões de passageiros, menos 12,2% em termos homólogos e reiterando a redução verificada nos trimestres anteriores de 2012 (-8,4%, -11,6% e e -13,2%, respetivamente).
A rede suburbana de comboios concentrou a maior parte das deslocações (89,8%) tendo transportado 28,7 milhões de passageiros, equivalente a uma perda de 11,9% em termos homólogos, mas "menos acentuada que a verificada no transporte ferroviário interurbano" que se situou nos -14,5%.
Segundo o INE, o mês de novembro "foi o menos penalizado", mas mesmo assim registou "uma variação homóloga de -9,6% no transporte suburbano e de -7,0% no interurbano", ao contrário do dezembro em que as deslocações suburbanas em comboios atingiram a maior queda homóloga de 16%.
Já para os movimentos interurbanos, outubro foi o pior mês com uma quebra de 20,6%.
O tráfego internacional de passageiros não apresentou alterações, atingindo os 23 mil passageiros.
Por sua vez, o transporte fluvial também manteve a redução no número de passageiros, com 6,2 milhões de pessoas transportadas, uma queda de 11,5%, em linha com as reduções homólogas anteriores e que consolida a tendência de diminuição verificada desde há 2 anos, lembra o INE.
Pelo contrário, os aviões movimentaram mais passageiros em termos homólogos, ao acentuar o aumento de no movimento nos aeroportos para 3,3%, ou seja 6,6 milhões de pessoas.
"Desembarcaram e embarcaram nos aeroportos nacionais 3,24 milhões e 3,32 milhões de passageiros no quarto trimestre de 2012, registando acréscimos de 3,3% e de 3,2% face ao mesmo período de 2011", refere o INE, acrescentando que "a estrutura do movimento de passageiros por tipo de tráfego pouco oscilou".
O tráfego internacional representou 83,2% do total de movimentos comerciais, tendo permanecido "claramente dominante nas operações de voos não regulares", com 96,9% do total. Já o tráfego doméstico foi responsável por 16,8% do total de movimentos de passageiros.
Os voos internacionais com proveniência ou destino para o Espaço Schengen foram maioritários no movimento de passageiros, compreendendo 62,7% do total de movimentos.
Os outros destinos dentro da União Europeia, mas fora do Espaço Schengen, corresponderam a 20,7%, enquanto os destinos fora da UE representaram 16,6% do total do tráfego internacional.
Os transportes públicos continuaram a perder passageiros no quarto trimestre de 2012, destacando-se pela negativa o Metropolitano de Lisboa, ao contrário dos aviões que foram a exceção às quedas.
| foto João Girão / Global Imagens |
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| Metropolitano de Lisboa |
O Metropolitano de Lisboa foi o meio de transporte que mais passageiros perdeu, ao registar uma quebra de 16,5% em termos homólogos, divulgou esta quarta-feira o INE.
De acordo com o Instituto Nacional de Estatística (INE), o movimento de passageiros nos aeroportos escapou à regra ao aumentar 3,3%, o valor mais elevado desde o terceiro trimestre de 2011, quando atingiu os 5%.
Desta forma, o meio de transporte mais penalizado foi o Metropolitano de Lisboa (ML) que transportou 37,6 milhões de passageiros, equivalente a uma perda homóloga de 16,5% e que acentua as perdas já verificadas nos trimestres anteriores.
Apesar destas reduções, o INE destaca que a taxa de utilização desta rede de transporte fixou-se em 27,1%, ou seja, mais um ponto percentual que no mesmo período do ano anterior, mas lembra a redução homóloga de 18,7% dos lugares-quilómetros oferecidos pelo ML, à semelhança do que aconteceu nos trimestres anteriores.
Já o Metro do Porto foi utilizado por 14,2 milhões de passageiros, correspondente a uma quebra ligeira de 0,3%, ou seja um valor estável face ao último trimestre de 2011. Já a taxa de utilização desta rede de transporte foi de 18,3%, também praticamente inalterada face ao período homólogo.
No conjunto, os metropolitanos de Lisboa e do Porto transportaram 51,8 milhões de passageiros, menos 7,5 milhões de passageiros, correspondentes a uma variação negativa de 12,6% em termos homólogos, fixando-se a taxa de utilização nos 23,8%, um valor que foi contudo "ligeiramente superior à taxa de utilização do quarto trimestre de 2011 (23,5%)".
Os comboios foram utilizados no último trimestre do ano passado por 32 milhões de passageiros, menos 12,2% em termos homólogos e reiterando a redução verificada nos trimestres anteriores de 2012 (-8,4%, -11,6% e e -13,2%, respetivamente).
A rede suburbana de comboios concentrou a maior parte das deslocações (89,8%) tendo transportado 28,7 milhões de passageiros, equivalente a uma perda de 11,9% em termos homólogos, mas "menos acentuada que a verificada no transporte ferroviário interurbano" que se situou nos -14,5%.
Segundo o INE, o mês de novembro "foi o menos penalizado", mas mesmo assim registou "uma variação homóloga de -9,6% no transporte suburbano e de -7,0% no interurbano", ao contrário do dezembro em que as deslocações suburbanas em comboios atingiram a maior queda homóloga de 16%.
Já para os movimentos interurbanos, outubro foi o pior mês com uma quebra de 20,6%.
O tráfego internacional de passageiros não apresentou alterações, atingindo os 23 mil passageiros.
Por sua vez, o transporte fluvial também manteve a redução no número de passageiros, com 6,2 milhões de pessoas transportadas, uma queda de 11,5%, em linha com as reduções homólogas anteriores e que consolida a tendência de diminuição verificada desde há 2 anos, lembra o INE.
Pelo contrário, os aviões movimentaram mais passageiros em termos homólogos, ao acentuar o aumento de no movimento nos aeroportos para 3,3%, ou seja 6,6 milhões de pessoas.
"Desembarcaram e embarcaram nos aeroportos nacionais 3,24 milhões e 3,32 milhões de passageiros no quarto trimestre de 2012, registando acréscimos de 3,3% e de 3,2% face ao mesmo período de 2011", refere o INE, acrescentando que "a estrutura do movimento de passageiros por tipo de tráfego pouco oscilou".
O tráfego internacional representou 83,2% do total de movimentos comerciais, tendo permanecido "claramente dominante nas operações de voos não regulares", com 96,9% do total. Já o tráfego doméstico foi responsável por 16,8% do total de movimentos de passageiros.
Os voos internacionais com proveniência ou destino para o Espaço Schengen foram maioritários no movimento de passageiros, compreendendo 62,7% do total de movimentos.
Os outros destinos dentro da União Europeia, mas fora do Espaço Schengen, corresponderam a 20,7%, enquanto os destinos fora da UE representaram 16,6% do total do tráfego internacional.
Os transportes públicos continuaram a perder passageiros no quarto trimestre de 2012, destacando-se pela negativa o Metropolitano de Lisboa, ao contrário dos aviões que foram a exceção às quedas.
| foto João Girão / Global Imagens |
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| Metropolitano de Lisboa |
O Metropolitano de Lisboa foi o meio de transporte que mais passageiros perdeu, ao registar uma quebra de 16,5% em termos homólogos, divulgou esta quarta-feira o INE.
De acordo com o Instituto Nacional de Estatística (INE), o movimento de passageiros nos aeroportos escapou à regra ao aumentar 3,3%, o valor mais elevado desde o terceiro trimestre de 2011, quando atingiu os 5%.
Desta forma, o meio de transporte mais penalizado foi o Metropolitano de Lisboa (ML) que transportou 37,6 milhões de passageiros, equivalente a uma perda homóloga de 16,5% e que acentua as perdas já verificadas nos trimestres anteriores.
Apesar destas reduções, o INE destaca que a taxa de utilização desta rede de transporte fixou-se em 27,1%, ou seja, mais um ponto percentual que no mesmo período do ano anterior, mas lembra a redução homóloga de 18,7% dos lugares-quilómetros oferecidos pelo ML, à semelhança do que aconteceu nos trimestres anteriores.
Já o Metro do Porto foi utilizado por 14,2 milhões de passageiros, correspondente a uma quebra ligeira de 0,3%, ou seja um valor estável face ao último trimestre de 2011. Já a taxa de utilização desta rede de transporte foi de 18,3%, também praticamente inalterada face ao período homólogo.
No conjunto, os metropolitanos de Lisboa e do Porto transportaram 51,8 milhões de passageiros, menos 7,5 milhões de passageiros, correspondentes a uma variação negativa de 12,6% em termos homólogos, fixando-se a taxa de utilização nos 23,8%, um valor que foi contudo "ligeiramente superior à taxa de utilização do quarto trimestre de 2011 (23,5%)".
Os comboios foram utilizados no último trimestre do ano passado por 32 milhões de passageiros, menos 12,2% em termos homólogos e reiterando a redução verificada nos trimestres anteriores de 2012 (-8,4%, -11,6% e e -13,2%, respetivamente).
A rede suburbana de comboios concentrou a maior parte das deslocações (89,8%) tendo transportado 28,7 milhões de passageiros, equivalente a uma perda de 11,9% em termos homólogos, mas "menos acentuada que a verificada no transporte ferroviário interurbano" que se situou nos -14,5%.
Segundo o INE, o mês de novembro "foi o menos penalizado", mas mesmo assim registou "uma variação homóloga de -9,6% no transporte suburbano e de -7,0% no interurbano", ao contrário do dezembro em que as deslocações suburbanas em comboios atingiram a maior queda homóloga de 16%.
Já para os movimentos interurbanos, outubro foi o pior mês com uma quebra de 20,6%.
O tráfego internacional de passageiros não apresentou alterações, atingindo os 23 mil passageiros.
Por sua vez, o transporte fluvial também manteve a redução no número de passageiros, com 6,2 milhões de pessoas transportadas, uma queda de 11,5%, em linha com as reduções homólogas anteriores e que consolida a tendência de diminuição verificada desde há 2 anos, lembra o INE.
Pelo contrário, os aviões movimentaram mais passageiros em termos homólogos, ao acentuar o aumento de no movimento nos aeroportos para 3,3%, ou seja 6,6 milhões de pessoas.
"Desembarcaram e embarcaram nos aeroportos nacionais 3,24 milhões e 3,32 milhões de passageiros no quarto trimestre de 2012, registando acréscimos de 3,3% e de 3,2% face ao mesmo período de 2011", refere o INE, acrescentando que "a estrutura do movimento de passageiros por tipo de tráfego pouco oscilou".
O tráfego internacional representou 83,2% do total de movimentos comerciais, tendo permanecido "claramente dominante nas operações de voos não regulares", com 96,9% do total. Já o tráfego doméstico foi responsável por 16,8% do total de movimentos de passageiros.
Os voos internacionais com proveniência ou destino para o Espaço Schengen foram maioritários no movimento de passageiros, compreendendo 62,7% do total de movimentos.
Os outros destinos dentro da União Europeia, mas fora do Espaço Schengen, corresponderam a 20,7%, enquanto os destinos fora da UE representaram 16,6% do total do tráfego internacional.
Os transportes públicos continuaram a perder passageiros no quarto trimestre de 2012, destacando-se pela negativa o Metropolitano de Lisboa, ao contrário dos aviões que foram a exceção às quedas.
| foto João Girão / Global Imagens |
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| Metropolitano de Lisboa |
O Metropolitano de Lisboa foi o meio de transporte que mais passageiros perdeu, ao registar uma quebra de 16,5% em termos homólogos, divulgou esta quarta-feira o INE.
De acordo com o Instituto Nacional de Estatística (INE), o movimento de passageiros nos aeroportos escapou à regra ao aumentar 3,3%, o valor mais elevado desde o terceiro trimestre de 2011, quando atingiu os 5%.
Desta forma, o meio de transporte mais penalizado foi o Metropolitano de Lisboa (ML) que transportou 37,6 milhões de passageiros, equivalente a uma perda homóloga de 16,5% e que acentua as perdas já verificadas nos trimestres anteriores.
Apesar destas reduções, o INE destaca que a taxa de utilização desta rede de transporte fixou-se em 27,1%, ou seja, mais um ponto percentual que no mesmo período do ano anterior, mas lembra a redução homóloga de 18,7% dos lugares-quilómetros oferecidos pelo ML, à semelhança do que aconteceu nos trimestres anteriores.
Já o Metro do Porto foi utilizado por 14,2 milhões de passageiros, correspondente a uma quebra ligeira de 0,3%, ou seja um valor estável face ao último trimestre de 2011. Já a taxa de utilização desta rede de transporte foi de 18,3%, também praticamente inalterada face ao período homólogo.
No conjunto, os metropolitanos de Lisboa e do Porto transportaram 51,8 milhões de passageiros, menos 7,5 milhões de passageiros, correspondentes a uma variação negativa de 12,6% em termos homólogos, fixando-se a taxa de utilização nos 23,8%, um valor que foi contudo "ligeiramente superior à taxa de utilização do quarto trimestre de 2011 (23,5%)".
Os comboios foram utilizados no último trimestre do ano passado por 32 milhões de passageiros, menos 12,2% em termos homólogos e reiterando a redução verificada nos trimestres anteriores de 2012 (-8,4%, -11,6% e e -13,2%, respetivamente).
A rede suburbana de comboios concentrou a maior parte das deslocações (89,8%) tendo transportado 28,7 milhões de passageiros, equivalente a uma perda de 11,9% em termos homólogos, mas "menos acentuada que a verificada no transporte ferroviário interurbano" que se situou nos -14,5%.
Segundo o INE, o mês de novembro "foi o menos penalizado", mas mesmo assim registou "uma variação homóloga de -9,6% no transporte suburbano e de -7,0% no interurbano", ao contrário do dezembro em que as deslocações suburbanas em comboios atingiram a maior queda homóloga de 16%.
Já para os movimentos interurbanos, outubro foi o pior mês com uma quebra de 20,6%.
O tráfego internacional de passageiros não apresentou alterações, atingindo os 23 mil passageiros.
Por sua vez, o transporte fluvial também manteve a redução no número de passageiros, com 6,2 milhões de pessoas transportadas, uma queda de 11,5%, em linha com as reduções homólogas anteriores e que consolida a tendência de diminuição verificada desde há 2 anos, lembra o INE.
Pelo contrário, os aviões movimentaram mais passageiros em termos homólogos, ao acentuar o aumento de no movimento nos aeroportos para 3,3%, ou seja 6,6 milhões de pessoas.
"Desembarcaram e embarcaram nos aeroportos nacionais 3,24 milhões e 3,32 milhões de passageiros no quarto trimestre de 2012, registando acréscimos de 3,3% e de 3,2% face ao mesmo período de 2011", refere o INE, acrescentando que "a estrutura do movimento de passageiros por tipo de tráfego pouco oscilou".
O tráfego internacional representou 83,2% do total de movimentos comerciais, tendo permanecido "claramente dominante nas operações de voos não regulares", com 96,9% do total. Já o tráfego doméstico foi responsável por 16,8% do total de movimentos de passageiros.
Os voos internacionais com proveniência ou destino para o Espaço Schengen foram maioritários no movimento de passageiros, compreendendo 62,7% do total de movimentos.
Os outros destinos dentro da União Europeia, mas fora do Espaço Schengen, corresponderam a 20,7%, enquanto os destinos fora da UE representaram 16,6% do total do tráfego internacional.



