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Sábado, 19 Out 2019

Concessões de transportes podem ser adiadas

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O secretário de Estado dos Transportes afirmou, na terça-feira à noite, que o Governo mantém a intenção de lançar com as concessões de transportes em Lisboa e Porto este ano, mas admitiu "vicissitudes" que possam adiar o calendário.

Sérgio Monteiro falava aos jornalistas em Lisboa, após um jantar-debate organizado pela Associação Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações (APDC).

Questionado sobre se mantém o objectivo de lançar as concessões de transportes em Lisboa e no Porto este ano, o secretário de Estado das Obras Públicas, Transportes e Comunicações disse que sim, embora tenha admitido que há "vicissitudes no processo" que podem adiar essa decisão.

"Temos o objectivo de cumprir o calendário que nos permita ter decisões ainda este ano", mas "há vicissitudes no processo que podem pôr em causa esse calendário".

Ou seja, "podemos não ser capazes de as lançar este ano", disse, sublinhando que "mais importante que os calendários é a qualidade do lançamento do concurso e, sobretudo, o resultado", explicou.

O Governo quer "ter a certeza" que as concessões são lançadas "no momento em que os operadores possam ter interesse reforçado nas concessões".

"Estamos a trabalhar para que isso seja possível", acrescentou.

Sérgio Monteiro disse ainda que o "problema dos 'swaps' ocupou os gestores das empresas" que tiveram de prestar toda a informação.

O governante adiantou que os contratos de concessão da Carris e do Metro "são separados".

Questionado sobre se a rede de transportes será melhorada, Sérgio Monteiro respondeu afirmativamente.

"Há um objectivo legislativo de alargar a rede de transportes públicos, prestada provavelmente por operadores privados, a todo o país", esperando que "parte da poupança de 260 milhões de euros que já tivemos nos operadores das áreas metropolitanas de Lisboa e Porto possa ser canalizada apara o resto do país".

Sobre o encerramento de lojas ou postos dos CTT, Sérgio Monteiro disse que isso "não significa que o serviço não se mantenha de proximidade, ele é prestado noutro sítio".

Deu como exemplo as juntas de freguesia, onde "há uma tentativa de valorização de pequenos negócios, que podem prestar serviços similares" estas entidades "vêem o seu papel reforçado".

Para Sérgio Monteiro, este é "um objectivo de natureza política, trata-se de racionalizar uma rede".

As juntas de freguesia são valorizadas e poupa-se dinheiro nos CTT, explicou.

Lusa/SOL